domingo, 15 de março de 2015

Talvez na meta.

A privação que fizeste este fim‑de‑semana foi bem penalizadora.
Algo já mudou na nossa relação, não sei se estamos na meta, ou no final de uma etapa. As mulheres têm uma inteligência superior, tu és um grande exemplo, tens esse forte e que me convenceu a mudar a vida. Não estou arrependido de nada, nem mesmo a falta de contacto presencial com aqueles amigos/irmãos que deixei de ter diariamente e onde arranquei as raízes para replantá-las aqui.
Tu sozinha tinhas o encanto de substituir tudooooooo, prescindi sem arrependimentos para fazer vida contigo.
Além de amor, uma sumidade de amizade entre nós.
Ganhei o melhor que tenho na vida hoje.
As miúdas fizeram com que eu veja a vida na perspectiva positiva, tal como tu fizeste quando te conheci. Ensinando ter a capacidade de apreciar o sol.
Não sei se estamos na meta ou no final de uma etapa.
No entanto, reconheço que ao teu lado passei alguns dos melhores dias da minha vida.
Hoje, quando regressares ao nosso lar com as miúdas, é impreterível conversar e fazer uma avaliação ao que se passa entre nós.
Com toda a certeza, vamos saber escolher o melhor para as nossas filhas, elas vão eternamente ser mais um dos elos de ligação das nossas vidas.
Se não estivermos na meta, vais ser sempre a mãe das minhas filhas.
Volto a reiterar que és o sonho para um homem ter ao lado, e a mulher que qualquer pessoa deseja ter como amiga. Tens singularidades muito especiais.
Não mereço a tua confiança, tenho noção de que devia mudar, não faço por isso e não encontro o botão correcto.

Tudo está estranho.