quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Dias pesados.

Não fazia Meditação há 5 dias e ontem não tomei ansiolíticos da rotina. 
Consequência no trabalho - tudo o que mexia levou nas orelhas.
 
Talvez possa ter exagerado com algumas pessoas, mas por vezes, estar desprendido da imagem acaba por dar jeito sem faltar ao respeito e educação.
Existem pessoas, que só conseguem trabalhar quando está alguém a dizer qual a estrada para apanharem e não têm curiosidade em procurar a estrada. Precisam de GPS.
Depois...surgem as "horas extras", quando nas horas de trabalho efectivo é café,cigarro,café,cigarro e muita conversa sobre o menino Jesus que está nas palhinhas.

Sem faltar à educação, consegui colocar algumas pessoas no lugar. A entidade patronal só consegue produzir para pagar vencimentos, quando os colaboradores também se entregam.

Existe reciprocidade ! Se nós necessitamos de trabalho, as entidades patronais necessitam dos trabalhadores a produzir o melhor que sabem. Aqui a liberdade é tão grande, que cada pessoa tem normalmente uma grande autonomia para gerir o seu trabalho.

Algumas pessoas não sabem valorizar os vencimentos que têm acima da média para a proporcionalidade do que (não) produzem.

6 comentários:

  1. Colocar as pessoas no seu lugar e exigir-lhes trabalho porque isto não é para brincar é caso para a pessoa em questão ser apanhada no escuro da noite por 5 marmanjos com meias de mousse enfiadas na cabeça e levar umas valente pauladas para tão cedo não se lembrar de tamanha atrocidade. Isto não é uma Loja de Fazendas qualquer...rs

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    1. Maria, alguns não sabem mesmo valorizar o trabalho santo que têm. E numa altura destas... fico maluco !
      Se não sabem mais, tentem com esforço aprender. A culpa é do Estado que implementa uns cursos de Micro-ondas na faculdade em que não sabem ler nem escrever.
      Não me queres emprestar a Vassoura ? :P

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  2. Anónimo18:14

    Da maneira que ando far-me-ia bem meditar :-S

    Quando "fervemos" é importante que não sejamos injustos. Pelo que referes não foste, não faltaste à educação a ninguém.

    O que mencionas causa-me uma certa indignação e, em casos mais extremos, revolta... Há quem se borrife para o trabalho e aproveite para fazer tudo menos trabalhar - seja pelas inúmeras pausas, seja pelo que aproveitam para fazer quando fingem que trabalham.

    Já estive numa empresa da área do grande consumo (com marcas que todos nós conhecemos) onde a exigência era imensa e trabalhava muito.
    Depois mudei para uma empresa mais pequena - embora multinacional - que, tal como tantas outras, teve que diminuir a estrutura de custos para sobreviver. Os cortes reduziram os funcionários para metade, foram transversais e atingiram todas as áreas, ao ponto de até deixarem de existir directores portugueses e assumirem direcção ibérica. No segundo despedimento colectivo fui incluída.
    Já estive bem, já ganhei bem, mas foi sempre resultado do meu esforço. Agora não sei o que o futuro me reserva e a ansiedade cá anda.

    Por isso, fico algo revoltada quando vejo determinadas situações ou ouço alguns relatos de gente que não dá valor ao que tem, nem se esforça por nada.
    Vejo alguns (não todos, como é óbvio) funcionários públicos ou de empresas públicas que pouco fazem e muito reclamam, e gente que trabalha no privado mas que por cunha ou padrinhos não se preocupam muito, pois sabem que, independentemente da produtividade, terão sempre o lugar assegurado.

    Em jeito de conclusão, já que o comentário acabou por ficar enorme, fizeste bem em ter "puxado as orelhas". Já que não têm responsabilidade nem consciência, então têm que ser chamados à atenção.

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    1. Tens toda a razão !
      Fazes bem. meditar ajuda a serenar tudo em nós, embora não seja taxativo ser solução para tudo, mas nem que seja para ter o efeito placebo. :P

      Sim, o mercado está bem duro a todos os níveis e agrava-se quando quem está em solução de desemprego e não consegue sequer ver uma luz.
      Depois existem os empregados expremidos pela conjuntura, em que muitos se aproveitam.
      E existem os que têm bons empregos e não justificam os ordenados que lhe cai do céu.
      Faz tudo parte disto, que é viver esta passagem por aqui. :)

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  3. Eu acho que sei valorizar mas não tenho a certeza...;)

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    1. Só tu sabes a resposta no teu caso. :)

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